Entender como funciona
Sempre fui do tipo que abre o aparelho para ver o que tem dentro. Continuo assim, só que agora o aparelho é maior e alguém depende dele funcionando.
Oi
Quando criança era o rádio da sala. Hoje é código, servidor e qualquer coisa que tenha um botão de ligar. A curiosidade continua exatamente a mesma — só mudou o tamanho do estrago.
Este é o meu canto na internet: todos os meus links em um lugar só, mais um pouco de quem eu sou fora da tela.
Sobre
Não tenho uma história muito diferente da de quem cresceu com um computador em casa: comecei mexendo onde não devia, quebrei bastante coisa e descobri que consertar era ainda mais divertido que usar.
Isso virou profissão em algum momento — hoje trabalho com tecnologia e gestão — mas continua sendo, antes de tudo, o que eu faria de qualquer jeito num sábado à tarde.
Se eu não entendo como funciona, eu não durmo direito.
A outra metade é conversar sobre isso. Ligo a câmera, gravo, escrevo, respondo mensagem. Nada muito produzido — é mais papo do que aula. Se você chegou aqui por causa de algum vídeo ou live, obrigado por vir.
E tem os jogos, que ocupam boa parte do que sobra do dia. Quase sempre online e com os amigos na call — porque metade da graça é o que acontece no meio da partida, não o placar no final.
O que me move
Sempre fui do tipo que abre o aparelho para ver o que tem dentro. Continuo assim, só que agora o aparelho é maior e alguém depende dele funcionando.
Aprendo errando em público. Projeto que não deu certo também vira história boa — e normalmente ensina mais que o que deu.
Live, vídeo, post, conversa de corredor. Se aprendi algo que me poupou horas, prefiro que poupe as suas também.
Tecnologia já é complicada o suficiente sem ninguém falar difícil de propósito. Aqui é papo reto.
Games
Jogo desde sempre, e continuo jogando. Prefiro online — de preferência aquele tipo de jogo em que dá para culpar alguém do time e rir depois.
O clássico que nunca sai da rotação. Cinco contra cinco, uma discussão sobre rota e a promessa de que essa é a última partida da noite.
Quando a vontade é de algo mais direto. Mira, comunicação e a certeza de que o problema foi o ping.
O mais recente da lista. Entrar, pegar o que dá e sair vivo — de preferência com todo mundo do esquadrão junto.
A constante é a companhia: quase nunca jogo sozinho. Se tiver os amigos na call, quase qualquer jogo serve.
Links
Conversa do dia a dia, bastidores e o que estou pensando.
Lives e vídeos — quando dá vontade de ligar a câmera.
Código, carreira e o que sobra de projeto pessoal.
Se você só quer a lista inteira.
Contato
Dúvida, ideia, indicação de série ou só um "oi" — pode chegar. O Instagram costuma ser o caminho mais rápido.